Dossiê Estratégico de Campanha
CARLINHO
DA SAÚDE
SOLIDARIEDADE · DEPUTADO FEDERAL · RIO DE JANEIRO
Eleições 2026 — Análise e Plano de Investimento
1.676
VOTOS 2022
81,98%
EM VOLTA REDONDA
33.368
RÉGUA DOS ELEITOS
Plataforma VotoAlvo · Documento confidencial de uso interno
Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
VotoAlvo · Carlinho da Saúde — RJ
Sumário Executivo
A página mais importante

Sumário Executivo

1. Diagnóstico

Carlinhos da Saúde é um candidato de reduto real, fiel e capilar — 1.676 votos em 2022 (suplente a federal), sendo 1.374 (81,98%) em Volta Redonda, com zero erosão de base e marca temática clara ("Saúde") perfeitamente encaixada num eleitorado popular e operário. Seu teto atual é o de um candidato de uma cidade só: os cenários inerciais variam de 1.475 a 1.927 votos, contra uma régua federal de 33.368 — ele tem hoje cerca de 5% do necessário e depende da chapa/federação para fazer o quociente (~181 mil votos). O principal risco é a miragem territorial: gastar verba na hipótese não confirmada da Baixada/Itaguaí/Seropédica (17–21 votos por município; Itaguaí com share 0,0) enquanto o próprio reduto segue subexplorado (1.374 votos num colégio de 154.508). Leitura franca ao partido: probabilidade de eleição direta em 2026 é baixa; probabilidade de capitalização (meta-piso de 8.000–10.000 votos e ativo regional para 2028/2030) é alta com o plano certo.

2. Os 5 números que mais importam

33.368
Régua do último eleito federal RJ 2022 — faltam 31.692 votos (~20x)
81,98%
Dos votos numa só cidade: Volta Redonda (1.374 de 1.676)
R$ 37,89
Custo por voto 2022 — 5 a 12x o dos eleitos; só R$ 2.000 em digital
R$ 1.037.279
Investimento de referência para a régua (0,0305 voto por real adicional)
0,434
Afinidade de dobradinha com Giovani Ratinho (507 seções em comum)

3. Frase-síntese da estratégia 2026

"Blindar Volta Redonda, casar com Ratinho, surfar a onda do governo com a bandeira da saúde e da CSN — e transformar 1.676 votos em 8 a 10 mil, construindo o federal de 2030 enquanto disputa as sobras de 2026."

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Sumário Executivo

Matriz SWOT

✚ Forças▼ Fraquezas
• Reduto capilar e fiel: 717 seções, zero erosão 2018–2022, escolas-âncora com 51–122 votos cada
• Marca "da Saúde" alinhada à persona (+5,3 pts fundamental incompleto)
• Crescimento: 827 (2020) → 1.676 (2022) → 1.124 vereança (2024)
• Voto trabalhado, não de onda — base que não encolhe
• Custo por voto R$ 37,89 com campanha 100% analógica (R$ 2.000 em digital)
• Inexistência fora de VR: Barra Mansa 61, Angra 13, Itaguaí share 0,0 (ATT 0,0005)
• Sem portfólio de entregas: zero mandato, emendas ou proposições
• Instabilidade partidária (PMB → PROS → Solidariedade)
◆ Oportunidades⚠ Ameaças
• Onda governista (~30–35% no modelo): governo federal competitivo + palanque estadual aliado
• Pauta local quente: CSN/emprego (R$ 2 bi, ~5 mil vagas), pó preto/saúde ambiental, SUS
• Dobradinha pronta com Giovani Ratinho (0,434)
• Baixada/Itaguaí/Seropédica SE a rede se confirmar
• Onda de direita no RJ (~25–30%): encolhe chapa e sobras da esquerda
• Canibalização em VR: colégio de batalha (margem 0,62%, volatilidade 0,6692)
• Viés de consolidação: 1.083 concorrentes federais, ~1.639 estaduais
• Concorrentes com emendas para exibir — comparação assimétrica

As 3 recomendações prioritárias

1️⃣ Fechar a dobradinha com Giovani Ratinho na semana 1 e blindar Volta Redonda com 40% da verba.

Porquê no dado: afinidade de 0,434 em 507 seções comuns (o 2º da lista tem 0,221), mesma legenda, mesmo chão — e o reduto ainda tem penetração mínima (1.374 votos em colégio de 154.508). É o voto mais barato que existe; a dobradinha transfere estrutura de um eleito (33.416 votos) a custo quase zero.

2️⃣ Profissionalizar o digital e derrubar o custo por voto — de R$ 2.000 para 30% do orçamento, geolocalizado na persona.

Porquê no dado: custo por voto de R$ 37,89 vs. R$ 3–7 dos eleitos é a maior ineficiência corrigível. A persona (popular, fundamental incompleto +5,3 pts, faixas 35–39 e 60–64 anos) pede linguagem de serviço — posto, remédio, fila — testada primeiro nas seções-âncora.

3️⃣ Testar a Baixada/Itaguaí/Seropédica em 2–3 semanas com verba travada (4% + 4% condicionados) antes de escalar.

Porquê no dado: os dados formais contradizem o relato (Seropédica 17, Japeri 20, Caxias 21, Itaguaí 0,0). Se a rede se confirmar, é a principal alavanca — só Caxias tem 167.915 ocupados e 31 hospitais; se não, cada real ali sai do reduto. Métrica definida decide: escala ou corta sem hesitar.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Índice

Índice

SeçãoPágina
Sumário Executivo02
1. Diagnóstico Eleitoral — trajetória, reduto e concentração05
2. Diagnóstico Eleitoral — custo por voto e perfil da base06–07
3. Gráficos: Top Municípios e Evolução das Candidaturas08
4. Balanço do Mandato e Entregas09
5. Gráficos: Atividade Legislativa e Emendas (registro oficial)10
6. Território, Perfil e Cenários 202611–12
7. Gráfico: Cenários 2026 vs. Régua dos Eleitos13
8. Conjuntura, Contexto e Cenário14–15
9. Plano de Investimento e Estratégia — praças e orçamento16–17
10. Plano de 90 dias, riscos e ganhos rápidos18
11. Comunicação — slogans e bordões19
12. Aviso, metodologia e fontes20

Como ler este dossiê: todos os números eleitorais e financeiros vêm de bases oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados, Portal da Transparência/CGU), processados pela plataforma VotoAlvo. Caixas douradas trazem as leituras estratégicas; números grandes destacam os KPIs decisivos. Projeções são cenários estatísticos, não previsões.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Diagnóstico Eleitoral

Diagnóstico Eleitoral

Trajetória completa (2018–2024)

AnoCargoPartidoVotosResultado
2018Deputado FederalPMBsem votos válidos registradoscandidatura não computada*
2020Vereador (Volta Redonda)PROS827Não eleito
2022Deputado Federal (RJ)SOLIDARIEDADE1.676Suplente
2024Vereador (Volta Redonda)SOLIDARIEDADE1.124**Suplente**

* No registro TSE, a candidatura de 2018 aparece sem votos e sem resultado; segundo o briefing do estrategista, foi impugnada/inapta. ** Dado do briefing (TSE); não consta no bloco de evolução da base.

📈 Crescimento real, mas lento e numa cidade só

De 827 votos (2020) para 1.374 em Volta Redonda no federal de 2022. Os 1.124 de 2024 confirmam: a base municipal existe e se mantém, mas ainda não elege nem um vereador.

🔀 Instabilidade partidária

PMB → PROS → SOLIDARIEDADE em três eleições. A marca é pessoal ("Carlinhos da Saúde"), não partidária — ativo (voto de nome) e passivo (nunca herdou estrutura de legenda).

🎯 Ambição federal com base de vereador

Em 2022 ficou na posição 401 entre 1.083 concorrentes. O benchmark para 2026 é: 1.676 votos contra régua do último eleito de 33.368 (Sargento Portugal, PODE). Faltaram 31.692 votos — ele tem hoje ~5% do necessário.

Concentração vs. dispersão

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Diagnóstico Eleitoral

Força e fraqueza por município (2022)

MunicípioVotos% do total
Volta Redonda1.37481,98%
Barra Mansa613,64%
Barra do Piraí583,46%
Rio de Janeiro321,91%
Duque de Caxias211,25%
Japeri201,19%
Seropédica171,01%
Angra dos Reis130,78%
Quatis110,66%
Pinheiral80,48%

💪 Força: reduto de verdade

Raízes de bairro identificáveis, todas em VR: E.M. José Botelho de Athayde (Vila Americana, 122 votos), E.M. Palmares (Padre Josimo, 90), C.E. Brasília (Vila Brasília, 63), E. São Francisco de Assis (Retiro, 51). É voto de território, porta a porta — não voto difuso de mídia.

⚠ Fraqueza: tudo fora de Volta Redonda

Nem os vizinhos do Médio Paraíba entregam volume (Barra Mansa 61, Barra do Piraí 58, Resende 3, Pinheiral 8, Piraí 4). E a hipótese Baixada/Itaguaí não aparece nos números formais: Caxias 21, Japeri 20, Seropédica 17, Nova Iguaçu 5. Itaguaí, gêmeo de VR por porte e renda, tem share 0,0 — hipótese informal a verificar em campo.

Custo por voto e eficiência financeira

Indicador (2022)Valor
Receita total (partido R$ 50.000 + pessoas físicas R$ 13.500)R$ 63.520,40
Despesa totalR$ 63.500,40
Custo por voto do candidatoR$ 37,89
Custo mediano por voto da disputaR$ 32,73
Último eleito (Sargento Portugal): gasto / votosR$ 77.400,00 / 33.368 votos

Os eleitos fizeram voto muito mais barato: Doutor Luizinho R$ 3,07, General Pazuello R$ 3,44, Daniela do Waguinho R$ 6,86. O Sargento Portugal gastou pouco mais que o Carlinhos e fez 33.368 votos: a diferença não foi dinheiro; foi base pré-existente e rede. A estrutura de 2022 (panfletagem de R$ 500–750, dois veículos de ~R$ 10 mil, apenas R$ 2.000 em digital) confirma campanha de rua, analógica, de uma cidade. Referência de investimento para a régua: R$ 1.037.279,16 (0,0305 voto/real; correlação gasto-votos 0,62) — dimensiona o salto, não é promessa.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Diagnóstico Eleitoral

O que os números revelam sobre a base

👥 Persona (100 melhores seções)

Sobre-representação de fundamental incompleto (+5,3 pts) e médio incompleto (+1,6); sub-representação de superior completo (−3,3). Afinidade acima da média: 35-39 (+0,8), 60-64 (+0,8), 21-24 (+0,7). Base popular, periférica, de bairro operário — o público de SUS, posto de saúde e custo de vida.

🤝 Dobradinha natural

Maior afinidade seção a seção: Giovani Ratinho (SOLIDARIEDADE, estadual, 33.416 votos, eleito por média), afinidade 0,434 em 507 seções comuns. Casar campanha é multiplicador barato.

🛡 Erosão zero

Nenhuma seção em erosão significativa 2018–2022. A base não encolhe; ela apenas não se expande.

🧪 Gêmeos (contrafactual)

ATT de 0,0005: nos municípios pareados onde não trabalhou (Itaguaí, Natividade, São Pedro da Aldeia), share 0,0. Onde ele não pisa, não existe — ruim (dependência de presença física) e bom (voto trabalhado, fiel, não de onda).

Leituras estratégicas

1. O reduto é real, fiel e capilar — mas subexplorado dentro da própria Volta Redonda.

1.374 votos num colégio de 154.508 é penetração mínima mesmo onde há nome, escolas-âncora e zero erosão. Implicação: a primeira meta de 2026 é multiplicar o voto dentro de VR e do anel imediato (Barra Mansa, Barra do Piraí, Pinheiral, Quatis, Resende) — o voto mais barato que existe para ele.

2. A hipótese Baixada/Itaguaí/Seropédica precisa de teste barato antes de verba grande.

Dados formais fracos (Seropédica 17, Japeri 20, Caxias 21) e Itaguaí 0,0 nos gêmeos. Implicação: fatia pequena e controlada nas primeiras semanas, medir resposta e só escalar com sinal concreto. Confirmada, é a rota para sair da dependência de uma cidade; não confirmada, é miragem.

3. A conta federal não fecha com esforço individual.

Faltaram 31.692 votos para a régua de 33.368; quociente ~181 mil; custo por voto 5–12x o dos eleitos. Implicação: viabilidade exige três alavancas simultâneas — federação/chapa forte, dobradinha formal com Giovani Ratinho e operação profissional com digital robusto e território priorizado.

4. A base dita a linguagem.

Eleitor popular, de baixa escolaridade formal, de bairro. Implicação: comunicação direta, concreta, de serviço (posto, remédio, fila, atendimento), sem tecnocracia — testada nas seções-âncora (Vila Americana, Retiro, Volta Grande) e replicada nas praças-alvo.

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Gráficos — Base Eleitoral

O mapa do voto em números

Top municípios — votos nominais em 2022 (TSE). Volta Redonda concentra 81,98% do total.
Evolução das candidaturas (TSE): 2018 Deputado Federal (0 votos válidos registrados), 2020 Vereador (827), 2022 Deputado Federal (1.676).

Leitura: a curva sobe, mas dentro de um único território. O gráfico de municípios mostra por que o plano proíbe pulverização: fora do eixo VR–Barra Mansa–Barra do Piraí, nenhum município passa de 32 votos.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Balanço do Mandato e Entregas

Balanço do Mandato e Entregas

Dado central: Carlinho da Saúde (Solidariedade-RJ) disputou Deputado Federal em 2022 e obteve o resultado de SUPLENTE. Nos dados oficiais disponíveis, não há registro de mandato na Câmara dos Deputados.

📜 Proposições

Sem registro. Sem exercício de mandato na base, não existem projetos de lei, requerimentos ou outras proposições a contabilizar.

🏛 Comissões e discursos

Sem registro de participação em comissões ou de discursos em plenário/comissões nos dados disponíveis.

💳 Cota parlamentar (CEAP)

Sem registro de uso — coerente com a ausência de mandato registrado.

💰 Emendas parlamentares

Portal da Transparência/CGU retornou "encontrado: false": nenhuma emenda em nome do candidato — nem no RJ, nem fora. Não há entregas via emenda documentadas.

Interpretação geral

Quadro de candidato sem lastro de mandato federal a apresentar. Em 2026, ele não terá o ativo clássico do incumbente (emendas, obras, recursos de saúde nos municípios), mas também não carrega o passivo de um mandato mal avaliado. A campanha será construída sobre identidade ("Carlinho da Saúde"), trajetória pessoal e estrutura partidária — não sobre prestação de contas.

Leituras estratégicas

Fraqueza a corrigir — ausência total de portfólio de entregas.

Evitar qualquer narrativa que sugira realizações parlamentares (risco jurídico e de desmentido fácil) e construir portfólio alternativo: atuação comunitária, articulações locais e compromissos verificáveis.

Oportunidade — a condição de suplente.

Mapear onde a votação de 2022 se concentrou e tratar esses territórios como reduto a consolidar; qualquer efetivação como suplente até 2026 muda o jogo e deve ser monitorada e documentada desde o primeiro dia.

Força a defender — identidade temática clara.

Ancorar a marca em presença real no setor (agenda em unidades de saúde, pautas concretas, compromissos setoriais), transformando identidade em credibilidade sem depender de números de mandato inexistentes.

Risco de comparação assimétrica.

Concorrentes com mandato exibirão emendas por município. Antecipar o contraste e enquadrar a disputa em "renovação e proximidade" versus "política de balcão".

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Gráficos — Atividade Legislativa

Atividade legislativa e emendas: o registro oficial

📊

Proposições por ano

A base oficial (Câmara dos Deputados) não retornou nenhuma proposição para o candidato. Não há série a plotar — o gráfico ficaria vazio, e a plataforma VotoAlvo não inventa valores.

🍩

Emendas por função

O Portal da Transparência/CGU retornou "encontrado: false". Zero emendas registradas, em qualquer função orçamentária ou estado — sem distribuição a exibir.

💳

Despesas de cota por ano

Sem mandato registrado, não há uso de CEAP a plotar em nenhum exercício.

O que isso significa para 2026

A "página em branco" legislativa é um fato estratégico: elimina a campanha de prestação de contas, mas libera o enquadramento de renovação e proximidade. Todo material deve nascer da rua e da saúde — não de Brasília.

Regra de compliance de comunicação

Nenhuma peça pode sugerir emendas, verbas ou realizações parlamentares. Qualquer afirmação numérica da campanha deve ser rastreável às fontes oficiais citadas neste dossiê.

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Território, Perfil e Cenários 2026

Território, Perfil e Cenários 2026

O reduto e o cruzamento com o IBGE

MunicípioVotos 2022Pessoal ocupado (2021)Estab. saúde (2024)Hospitais (2024)
Volta Redonda1.37485.2841.19817
Barra Mansa6136.59358013
Barra do Piraí5817.8262736
Angra dos Reis1338.9747487
Duque de Caxias21167.9151.30731
Seropédica1715.892811

Volta Redonda é cidade operária e de forte infraestrutura de saúde (massa salarial de R$ 2,29 bi em 2021). Barra Mansa é a réplica mais próxima do reduto — e rendeu só 61 votos: a lacuna mais barata de fechar. Angra é a anomalia (38.974 ocupados, 748 estabelecimentos, 13 votos). Caxias é o maior mercado fora da capital, mas só faz sentido se a rede informal da Baixada se confirmar.

Radar de oportunidade: o que ele diz de verdade

15 locais grandes abaixo da própria média (share médio 0,02%), concentrados em Angra dos Reis (9 locais — CEAV com 3.720 votos de cargo; E.M. Cleusa Fortes, Japuíba, 3.840) e Araruama (6), além de Belford Roxo e São Gonçalo. Potencial total no share atual: apenas 17 votos. O radar não é lista de colheita — é mapa de vácuo: o ganho vem de construir presença nova, sobretudo em Angra (vácuo + perfil IBGE compatível).

Persona: quem é o eleitor

🎓 Escolaridade (traço mais forte)

Fundamental incompleto +5,3 pts (29,4% vs 24,1%); médio incompleto +1,6; superior completo −3,3 (5,7% vs 9,0%); superior incompleto −1,5.

👤 Gênero e idade

Gênero praticamente neutro (masc. +0,2). Idade adulta/madura: 35-39 (+0,8), 60-64 (+0,8), 55-59 (+0,6); bônus jovem em 21-24 (+0,7).

Tradução: eleitor popular, de baixa escolaridade, adulto trabalhador ou idoso — quem depende do SUS e é sensível a entregas concretas. Linguagem digital simples, direta, de serviço, não tecnocrática.

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Território, Perfil e Cenários 2026

Cenários 2026 — hipóteses, não previsão

CenárioVariação hipotéticaVotos projetadosRégua dos eleitosDistância
Conservador−12%1.47533.368−31.893
Base0%1.67633.368−31.692
Otimista+15%1.92733.368−31.441

Sem filtro: os três cenários inerciais são estatisticamente indistinguíveis — 452 votos separam o pior do melhor, contra uma régua de 33.368. Crescer 15% "fazendo mais do mesmo" não muda nada. A variável decisiva é a mudança de estrutura: sair da dependência de uma cidade, ativar (ou descartar) a Baixada, fechar Barra Mansa/Angra e surfar a onda da chapa.

Leituras estratégicas

Força a defender — Volta Redonda é o ativo, mas também o teto.

81,98% dos votos numa cidade dão base concentrada (funciona no proporcional) e provam que a marca performa num município operário com 1.198 estabelecimentos de saúde. Blindar o reduto com presença física constante e GOTV pesado — cada ponto perdido ali não tem reposição. Mas nenhum real novo antes de garantir o mínimo nas praças de expansão.

Fraqueza a corrigir — o vazio nas cidades-espelho.

Barra Mansa (perfil idêntico ao reduto) rendeu 61 votos; Angra (9 locais no radar), 13. O discurso já está pronto — falta chão. São as praças de melhor relação esforço x voto e recebem a primeira fatia da verba de expansão.

Oportunidade — Baixada/Itaguaí/Seropédica exige teste rápido, não fé.

Dados formais marginais (Seropédica 17, Japeri 20, Caxias 21), mas eleitorado gigante (Caxias: 167.915 ocupados, 31 hospitais). Fazer 2–3 agendas-teste nas primeiras semanas e medir público, engajamento digital e cadastros. Confirmou, escala; não confirmou, corta sem hesitar.

A régua manda na estratégia.

Com régua em 33.368 e melhor cenário em 1.927, o caminho não é otimizar 2022 — é financiar outra campanha: reduto blindado + 2–3 praças novas de perfil popular + tração da chapa. Verba condicionada a metas territoriais verificáveis fora de Volta Redonda.

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Gráficos — Cenários 2026

Cenários 2026 vs. a régua dos eleitos

Cenários inerciais do modelo (conservador 1.475 · base 1.676 · otimista 1.927) contra a régua do último eleito federal RJ 2022 (33.368 votos). Cenários estatísticos, não previsões.
452
Votos entre o pior e o melhor cenário inercial
−31.441
Distância da régua mesmo no cenário otimista
8–10 mil
Meta-piso operacional do plano (capitalização 2028/2030)
Conclusão do gráfico

A barra da régua torna visível o que os cenários escondem em tabela: nenhuma trajetória inercial chega perto. A eleição direta depende de onda favorável + sobras de chapa forte + expansão territorial confirmada; a meta realista e mensurável deste ciclo é multiplicar a marca por 5–6x.

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Conjuntura, Contexto e Cenário

Conjuntura, Contexto e Cenário

Nota metodológica: o acervo de notícias auditado item a item retornou praticamente só homônimos — nenhum item trata do candidato. Esperado: suplente sem mandato não gera cobertura. A conjuntura abaixo usa dados oficiais TSE, itens úteis do cenário macro nacional e sondagens públicas citadas com instituto/data, sem reprodução de tabelas.

Enquadramento no cenário do estado

Referência (RJ, 2022)FederalEstadual (ALERJ)
Menor eleito ("régua")33.36813.946
Vagas4670
Mediana dos eleitos78.04851.856
Salto exigido sobre 1.676 votos~20x~8x

Leitura honesta: a probabilidade de eleição direta em outubro é baixa nos dois cargos. A régua estadual menor não significa "mais fácil": a ALERJ é dominada por incumbentes com máquina, contra ~1.639 candidatos estaduais. O federal tem régua mais alta, mas o quociente da federação pode "puxar" um candidato de base concentrada. Sem onda + expansão + verba, a meta realista é capitalização (dobrar/triplicar a marca e construir 2028/2030).

Pesquisas e palanques (contexto de onda)

Tradução estratégica

Se o quadro se sustentar, o palanque estadual do campo aliado tende a ser forte e favorito no RJ — o melhor cenário possível para um proporcional alinhado: chapa tracionada por cima, sem palanque rachado.

Alianças, adversários e temas

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Conjuntura, Contexto e Cenário

Segurança pública — tema, nunca acusação

Pauta dominante em qualquer eleição fluminense. Recomendação: tratá-la exclusivamente como política pública e pelo ângulo que conversa com o perfil dele — saúde e violência (atendimento a vítimas, urgência/emergência, saúde mental, prevenção com a juventude) e segurança do trabalhador no Médio Paraíba. Nunca personalizar ou acusar: além da vedação legal/ética, esse terreno favorece candidatos do campo adversário. Carlinho disputa pelo flanco do cuidado, não do confronto.

Vieses geopolíticos e regionais

⚠ Risco estrutural

RJ é historicamente competitivo para a direita (capital, Baixada, interior conservador). O campo adversário está mobilizado porém em atrito interno documentado no noticiário nacional — divisão que reduz (não elimina) a onda de direita.

✅ Viés a favor

O Médio Paraíba tem DNA operário-sindical (CSN/siderurgia) — terreno onde trabalho, saúde e presença do governo federal performam melhor que no restante do interior.

🔎 Hipótese a verificar

Baixada/Itaguaí/Seropédica: rede relatada vs. dados formais fracos. Registrar como hipótese de rede informal; se confirmada em 2–3 semanas, é a principal alavanca para sair de uma cidade só.

🪜 Escada de três degraus

Federal (entregas e programas na região como cabo eleitoral), estadual (chapa tracionada por palanque forte) e municipal (agenda prefeitura–CSN prova o valor de quem articula esferas).

Cenários de onda para outubro (modelo, não previsão)

OndaDescriçãoPeso estimadoEfeito sobre Carlinho
(a) Governista forteGoverno reeleito com folga + palanque estadual aliado tracionando a chapa~30–35%Melhor cenário: quociente sobe, sobras alcançam candidatos médios
(b) Direita no RJReação conservadora, mesmo com campo dividido~25–30%Adverso. Mitigação: discurso local, não nacionalizar o confronto
(c) Anti-situaçãoEleitor pune "políticos de sempre"~15–20%Ambíguo: oportunidade para o suplente-outsider "gente como a gente"
(d) Pauta localEmprego CSN, modernização, pó preto/saúde dominam o voto regionalTransversalOnde ele surfa melhor: a única onda que pode ativar sozinho
Leitura final da conjuntura

A conjuntura macro é a melhor possível para o perfil dele — mas a aritmética é implacável (salto de ~20x). O caso de investimento se sustenta em dois planos: (i) apostar nas sobras de uma chapa forte com teto de expansão; (ii) meta-piso de capitalização, consolidando o Médio Paraíba como ativo do partido.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Plano de Investimento e Estratégia
Plano de Investimento

Plano de Investimento e Estratégia

Premissa que governa todo o plano: a régua foi 33.368; ele fez 1.676. Os cenários inerciais não chegam a 6% da régua. Este plano NÃO otimiza a campanha de 2022 — financia OUTRA campanha: reduto blindado + praças-alvo + dobradinha formal + digital profissional. Pedido-base ao partido: R$ 1.037.279,16 (0,0305 voto por real adicional), com marcos de liberação condicionados a metas.

Onde investir — praças prioritárias

#Praça% da verbaJustificativa no dado
1Volta Redonda (Vila Americana 122, Padre Josimo 90, Vila Brasília 63, Retiro 51)40%Reduto com 1.374 votos, zero erosão, 717 seções — penetração mínima num colégio de 154.508. O voto mais barato está aqui dentro.
2Barra Mansa12%61 votos num colégio de 90.902; perfil-espelho do reduto; adjacência física. Melhor esforço x voto fora de VR.
3Angra dos Reis10%13 votos, mas 9 dos 15 locais do radar (CEAV 3.720; Cleusa Fortes/Japuíba 3.840; CIEP 151 3.150). Vácuo com perfil compatível.
4Anel do Médio Paraíba (Barra do Piraí, Pinheiral, Quatis, Piraí)8%Barra do Piraí já é 3º município (58); adjacência natural onde a marca circula sem custo de construção.
5Baixada/Itaguaí/Seropédica (TESTE)8%Duas tranches: 4% teste (semanas 1–3) + 4% só com sinal (público, cadastros, engajamento). Confirmada, é a única rota para sair de uma cidade.
6Reserva tática / GOTV final22%Realocada em setembro conforme resposta das praças 2–5; retorno prioritário a VR no GOTV.
🚫 Onde NÃO gastar

Rio capital (32 votos, colégio de 3.100.737 — pulverização garantida), Niterói, Petrópolis, Campos, São Gonçalo, Araruama e Belford Roxo como praças de campanha: o potencial total dos 15 locais do radar no share atual é de 17 votos — é mapa de vácuo, não de colheita. Gêmeos sem presença (Natividade, São Pedro da Aldeia): share 0,0 — fora.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Plano de Investimento e Estratégia

Presença e estrutura

Distribuição do orçamento (elasticidade da disputa: 0,695; correlação gasto-votos 0,62)

Rubrica%Racional
Território (equipe de rua, eventos, deslocamento, GOTV)40%Contrafactual dos gêmeos (ATT 0,0005): onde não pisa, não existe. Voto dele é voto trabalhado.
Digital (impulsionamento geolocalizado, vídeo, gestão)30%Maior salto de eficiência: de R$ 2.000 para operação real; onde o custo por voto cai de R$ 37,89 rumo à mediana (R$ 32,73) e abaixo.
Estrutura (sede, coordenadores, jurídico/contábil, dados)18%Mínimo profissional; inclui monitoramento semanal de KPIs por praça.
Produção (material gráfico, santinhos, identidade, som)12%Teto rígido — em 2022 essa rubrica dominou e o custo por voto ficou acima da mediana.

Dobradinha recomendada

🤝 Giovani Ratinho (SOLIDARIEDADE, estadual — 33.416 votos, eleito por média) · afinidade 0,434 em 507 seções

De longe a maior afinidade da lista (o 2º tem 0,221). Mesma legenda, mesmo chão, seção a seção. (i) Material casado divide custo; (ii) o eleitor dele já é o eleitor do Carlinhos — transfere reconhecimento sem comprar audiência; (iii) um estadual eleito tem estrutura territorial que o Carlinhos não tem. Evitar dobradinhas informais com Renan Cury (0,169) na mesma geografia para não canibalizar.

Metas por cenário e distância da régua

Cenário (modelo)Votos projetadosRéguaFaltam
Conservador (−12%)1.47533.368−31.893
Base (0%)1.67633.368−31.692
Otimista (+15%)1.92733.368−31.441

Leitura honesta ao partido: a meta operacional não é o cenário inercial — é meta-piso de 8.000–10.000 votos (a simulação da base modela 10.000; com a verba histórica de ~R$ 46.758,89 ela NÃO é atingida — só 1.032 votos planejados —, reforçando o patamar de R$ 1.037.279,16). Eleição direta depende de onda (a) + sobras + Baixada confirmada. Número franco: probabilidade de eleição direta é baixa; de capitalização com este plano, alta.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Plano de 90 dias · Riscos · Ganhos

Plano de 90 dias

📅 Mês 1 (jul–ago): montar e testar

  • Fechar dobradinha formal com Giovani Ratinho; material casado.
  • Coordenadores nos bairros-âncora de VR; lançar digital geolocalizado.
  • 2–3 agendas-teste na Baixada com métrica definida — decisão de escalar ou cortar até o fim do mês.
  • Primeiras incursões em Barra Mansa e Angra (Japuíba, Centro, Frade).
  • KPIs: cadastros por praça, alcance digital segmentado, agendas cumpridas.

📅 Mês 2 (ago–set): escalar o que respondeu

  • Realocar os 22% de reserva: Baixada confirmada → escala; não → tudo para VR + Barra Mansa + Angra.
  • Agenda com palanque estadual/federal; atos de saúde (SUS, pó preto/saúde ambiental).
  • Saturação digital nas seções-âncora; material casado na rua.
  • KPIs: custo por cadastro por praça, crescimento de alcance local, presença por praça-alvo.

📅 Mês 3 (set–out): GOTV

⚠ 3 riscos

1. Miragem da Baixada

17–21 votos formais por município; escalar antes do teste drena o reduto. Mitigação: tranche condicionada.

2. Onda de direita no RJ (~25–30%)

Encolhe chapa e sobras da esquerda. Mitigação: discurso local (saúde/emprego/CSN), não nacionalizar o confronto.

3. Canibalização interna em VR

Colégio disputado (margem 0,62%) com máquinas municipais no mesmo chão. Mitigação: dobradinha exclusiva e ocupação cedo dos bairros-âncora.

⚡ 3 ganhos rápidos

1. Dobradinha com Ratinho na semana 1

Afinidade 0,434 pronta, custo quase zero, multiplica presença.

2. Digital geolocalizado em VR

De R$ 2.000 em 2022 para operação segmentada na persona (popular, 35–39 e 60–64 anos): o corte mais rápido no custo por voto.

3. Pauta CSN/saúde

Emprego + pó preto/saúde já estão quentes em VR; ocupar antes que outro candidato regional capture.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Comunicação

Comunicação — slogans e bordões

Texto de campanha, não são dados.

Slogans

"Carlinhos da Saúde — quem cuida da gente merece a nossa voz."
"Saúde no bairro, trabalho na cidade. Carlinhos da Saúde, federal."
"Do posto de saúde para Brasília."

Frases de impacto — um bordão por pilar

PilarBordão
🏥 Saúde/SUS"Fila não é destino. Saúde no bairro é direito."
🏭 Trabalho/siderurgia"Cidade operária merece deputado que trabalha."
🌫 Saúde ambiental"Ar limpo também é saúde pública."
🤝 Ponte com o governo federal"O elo da nossa região com quem entrega."
🚶 Proximidade/renovação"Gente daqui, que a gente encontra na rua."
🛒 Custo de vida"Remédio na farmácia do posto, comida na mesa: é disso que a gente cuida."
⭐ Regra de ouro da comunicação

Nada de prestação de contas de mandato (não há mandato, emendas ou proposições registradas — risco jurídico e de desmentido); nada de confronto na segurança pública (disputar pelo ângulo do cuidado); linguagem sempre concreta e de serviço, testada primeiro nas seções-âncora de Volta Redonda, onde a mensagem já provou funcionar.

Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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Aviso, Metodologia e Fontes

Aviso, metodologia e fontes

AVISO OFICIAL: Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado. Confira sempre os números nas fontes citadas.

Fontes de dados

FonteUso neste dossiê
TSE — Tribunal Superior EleitoralVotação nominal por município/seção (2018–2024), prestação de contas de campanha, régua dos eleitos, quociente eleitoral, perfil do eleitorado (persona).
IBGEPessoal ocupado (2021), massa salarial, estabelecimentos de saúde e hospitais (2024) por município.
Câmara dos Deputados — Dados AbertosVerificação de mandato, proposições, comissões, discursos e cota parlamentar (sem registros para o candidato).
Portal da Transparência / CGUConsulta de emendas parlamentares (retorno: nenhuma emenda registrada).
Pesquisas públicas (Genial/Quaest, Paraná Pesquisas)Citadas apenas como contexto de conjuntura, com instituto e data; sem reprodução de tabelas — conferir registro TSE antes de uso público.

Notas metodológicas

Plataforma VotoAlvo
Dossiê Estratégico — Carlinho da Saúde · Solidariedade · Deputado Federal · RJ · Eleições 2026
Documento confidencial de uso interno da campanha e da direção partidária.
Relatório produzido pela plataforma VotoAlvo, com apoio de inteligência artificial proprietária, a partir EXCLUSIVAMENTE de dados oficiais (TSE, IBGE, Câmara dos Deputados e Portal da Transparência/CGU). Projeções são cenários estatísticos, não previsões de resultado.
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